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Associação de Andebol de Setúbal

Crónicas de Andebol – por Adriano Tavares

Terminou o Sonho Olímpico do Andebol PortuguêsNão terminaram de facto, como todos desejávamos e havíamos sonhado, os Jogos Olímpicos para a Seleção Nacional de Andebol, saindo desta primeira experiência olímpica, com um saldo negativo de uma vitória e quatro derrotas.Já se sabia que só a “nata” do andebol mundial ali se encontrava, mas os feitos históricos recentes, o querer, a ambição de toda aquela gente fez-nos acreditar que era possível continuar a sonhar. E era de facto, senão vejamos.Focando-me nos três últimos jogos, Suécia, Dinamarca e Japão, direi o seguinte. Frente aos vice-campeões do mundo dominamos o jogo e o marcador em toda a primeira parte, sendo que o melhor que a Suécia conseguiu foi, por algumas vezes, estar empatado com Portugal. Ao intervalo registava-se um empate a 14 golos. Na segunda parte a tendência alterou-se e os suecos estiveram mais vezes no comando do jogo, mas o facto dos Heróis do Mar nunca terem “atirado a toalha ao chão”, fez com que o empate estivesse ao nosso alcance, pois após a Suécia liderar por 29/25 a cinco minutos do fim, conseguimos chegar aos 29/28 e ter a oportunidade, infelizmente não concretizada, para empatar nos últimos 14 segundos. Olhando para trás, teria sido este, o tal golo que teria modificado totalmente a nossa história.Sem muito tempo para respirar, 36 horas depois voltamos a entrar em campo, agora com os também nórdicos Dinamarqueses, atuais bicampeões mundiais e campeões olímpicos. E, para quem gosta do jogo rápido e com muitos golos, não poderia ter melhor, pois o ritmo foi alucinante, chegando-se ao intervalo com um 20/19 favorável aos campeões do mundo. De facto, depois de já estarem apurados, julgava eu que estes iriam gerir, “poupando” alguns dos jogares-chave com mais minutos, mas enganei-me redondamente! Na segunda parte a qualidade Dinamarquesa esteve ainda mais patente e também um pior acerto luso, fez com que com naturalidade se chegasse à vitória destes por 34/28.Neste contexto, uma vitória frente ao anfitrião Japão, que somava derrotas nos jogos disputados, colocar-nos-ia na segunda fase. Mas se isso era verdade para nós, a conjugação de resultados também poderia ser verdade para os japoneses. A primeira parte do jogo correu-nos francamente mal e, não fora a excelente exibição do Humberto Gomes, poderíamos estar ainda pior ao intervalo, onde se registava uma vantagem nipónica de 16/14. Na segunda parte melhoramos bastante e, aos doze minutos, passamos para a frente do marcador 21/20. Chegamos a ter posse de bola para alargar a diferença para três golos de vantagem, mas desperdiçamos essa oportunidade. Com o voltar de algumas falhas técnicas lusas, o Japão esteve sempre a pressionar e nos momentos finais acabou por decidir melhor, acredito que fruto da menor pressão, vencendo o jogo por 31/30 e pondo um ponto final no sonho olímpico do Andebol Português.Com as minhas vivências no desporto, e já são algumas, só posso dizer OBRIGADO a quem tão bem nos representa nos Jogos Olímpicos, tal e qual como em outra grande competição desportiva internacional qualquer. OBRIGADO por me fazerem chorar de tristeza, mas também muitas mais vezes de alegria a comemorar os vossos feitos.OBRIGADO a todos os medalhados, e já são 3 – Jorge Fonseca (Judo), Patrícia Mamona (Atletismo – triplo salto) e Fernando Pimenta (Canoagem), a todos os “diplomados”, mas também a todos os que “caíram” à primeira ou à segunda. Mas esses, por favor, não peçam desculpa. Se a vossa consciência vos diz que tudo fizeram para ser diferente, quem tem que pedir desculpa é o país. Sim, o país. Por não vos proporcionar melhores condições, para que essas possam estar ao nível do vosso esforço, da vossa superação, da vossa dedicação, do vosso profissionalismo, mesmo que na maioria das vezes, vocês sejam amadores, de facto.Já agora, desculpa deveria ter que pedir o jornalista Marco Vaza, que no jornal Público fez o seguinte título acerca da prestação da lançadora portuguesa, Liliana Cá – “Sem recorde e sem medalha”! Ela foi só a 5ª melhor do mundo, mas este senhor entendeu que a maior nota de destaque seria que ela não conseguiu bater o recorde nacional, nem conquistar uma medalha! Seria difícil fazer um título pela positiva? OBRIGADO, sem limites, aos “meus” do ANDEBOL, que me fazem sempre sentir um deles! E sou. Um ORGULHOSO APAIXONADO pelo ANDEBOL e pelo desporto português, e nunca, mas nunca um mal-agradecido, como os “reis das redes sociais”, que criticam tudo e todos, mas nunca fizeram nada de nada.O Andebol português continuará representado em Tóquio, pois a dupla de árbitros madeirense Ricardo Fonseca, Duarte Santos seguirá o seu percurso nos Jogos Olímpicos. Agora, felizes daquelas que amam de facto o Andebol Português, porque esses sabem que daqui a 163 dias os nossos HERÓIS DO MAR, voltam a uma grande competição. Aí, no dia 14 de janeiro, às 19:30 horas, em Budapeste reencontramos um velho conhecido, a Islândia. Será um início de um novo sonho. OBRIGADO HERÓIS DO MAR, do ANDEBOL e de todas as outras modalidades que me fazem dormir bem menos do que o normal, num período que seria já, normalmente de férias!

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Projeto ACTIVE


Prevenção da violência contra crianças e jovens no desporto: nova plataforma de capacitação de acesso gratuito para profissionais e dirigentes de organizações desportivas

Já se encontra disponível, e com acesso gratuito, uma plataforma de capacitação desenvolvida no âmbito do projeto ACTIVE, cujo objetivo é combater a violência contra crianças e jovens em contextos desportivos. Esta plataforma é dirigida a clubes e outras entidades que promovem atividades desportivas e, dentro destas organizações, destina-se a dirigentes, treinadores/as e pessoas voluntárias que trabalham com crianças e jovens e que querem melhorar as suas competências e aumentar conhecimentos no domínio da prevenção da violência contra crianças e jovens no desporto. O Programa de Capacitação online apoia, também, os/as dirigentes no desenvolvimento de políticas de proteção à criança e jovem de modo a que ambientes seguros e amigos das crianças sejam promovidos.

O Programa de Capacitação estrutura-se em torno de 6 módulos:

Ø  Colocar em perspetiva a proteção das crianças/jovens no desporto e nas atividades de lazer

Ø  Identificar e combater situações de violência nas atividades desportivas e de lazer

Ø  Promover um ambiente seguro, divertido e agradável para as crianças nas atividades desportivas/de lazer

Ø  Prevenir a violência contra crianças/jovens em atividades de desporto / lazer

Ø  Desafiar as organizações para o surgimento de boas práticas no desenvolvimento de políticas de proteção na prática desportiva

Ø  Promover o desenvolvimento de políticas de proteção das crianças/jovens nas organizações de atividades desportivas e/ou lazer

O Programa de Capacitação está disponível em português, inglês, grego, e italiano, sendo que após a conclusão de todos os módulos, as pessoas participantes podem fazer o download do certificado de participação. Registe-se agora gratuitamente: https://bit.ly/3xJlR3m

A sua participação neste programa de formação, online e gratuito, permitir-lhe-á:

Ø  Conhecer mais sobre as formas de violência contra as crianças/jovens no desporto

Ø  Melhor identificar e prevenir o bullying contra crianças/jovens

Ø  Seguir as etapas e técnicas essenciais para ajudar na prevenção ou, se necessário, lidar com situações de violência e assédio contra as crianças/jovens com quem trabalha

Ø  Conhecer e descrever práticas e métodos para garantir a proteção da criança/jovem em contexto desportivo e/ou de lazer

Ø  Implementar abordagens testadas para apoiar as crianças/jovens e garantir que a sua organização lhes ofereça um ambiente “seguro” e “acolhedor”

Ø  Fundamentar a necessidade de desenvolver práticas de proteção às crianças/jovens

Ø  Desenvolver e implementar políticas de proteção das crianças/jovens na organização desportiva e/ou de lazer para a qual trabalha

Vamos unir forças para promover um ambiente desportivo mais seguro para todas as crianças e jovens!

Se quer saber mais sobre este Programa de Capacitação por favor contacte-nos: cesis.geral@cesis.org

Siga o projeto ACTIVE:

·        Twitter: https://twitter.com/active_eu

·        Facebook: https://www.facebook.com/activeprojecteu

Sobre o projeto ACTIVE

O ACTIVE – Strengthening Policies in Sports & Leisure Activities focused on Children – é um projeto transnacional, cofinanciado pela Comissão Europeia (DG-Justice, Rights, Equality and Citizenship Programme (REC) e tem como objetivo promover um ambiente mais seguro para crianças e jovens, através do desenvolvimento de uma ferramenta de avaliação online que permitirá às organizações desportivas e/ou de lazer identificarem e colmatarem lacunas na implementação de Políticas de Proteção à Criança e Jovem internamente. Este projeto tem vindo a ser implementado na Grécia (KMOP), em Itália (CESIE), no Chipre (CARDET), na escócia (Children 1st) e em Portugal, através do CESIS – Centro de Estudos para a Intervenção Social.

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Plano de Desenvolvimento Regional

«ANDEBOL ANIMA FÉRIAS DESPORTIVAS EM MORA»

Numa iniciativa conjunta entre a Federação e a Câmara Municipal de Mora, cerca de três dezenas de crianças, com idades compreendidas entre os 7 e os 12 anos, participaram numa sessão de promoção e experimentação do Andebol, sempre num clima de grande divertimento e animação. O evento integrado no programa de ocupação tempos livres, promovido por aquela autarquia alentejana, decorreu no pavilhão municipal da vila, e permitiu aos seus participantes vivenciar situações de jogo «4×4» e prática de algumas habilidades motoras específicas da modalidade. A iniciativa assinalou, ainda, o regresso da modalidade à vila morense, num processo que tem vindo a ser construído conjuntamente pela federação, a autarquia local e o respetivo agrupamento escolar.

O Técnico Responsável

João Santos

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Crónicas de Andebol – por Adriano Tavares

Terminou o Sonho Olímpico do Andebol PortuguêsNão terminaram de facto, como todos desejávamos e havíamos sonhado, os Jogos Olímpicos para a Seleção Nacional de Andebol, saindo desta primeira experiência olímpica, com um saldo negativo de uma vitória e quatro derrotas.Já se sabia que só a “nata” do andebol mundial ali se encontrava, mas os feitos históricos recentes, o querer, a ambição de toda aquela gente fez-nos acreditar que era possível continuar a sonhar. E era de facto, senão vejamos.Focando-me nos três últimos jogos, Suécia, Dinamarca e Japão, direi o seguinte. Frente aos vice-campeões do mundo dominamos o jogo e o marcador em toda a primeira parte, sendo que o melhor que a Suécia conseguiu foi, por algumas vezes, estar empatado com Portugal. Ao intervalo registava-se um empate a 14 golos. Na segunda parte a tendência alterou-se e os suecos estiveram mais vezes no comando do jogo, mas o facto dos Heróis do Mar nunca terem “atirado a toalha ao chão”, fez com que o empate estivesse ao nosso alcance, pois após a Suécia liderar por 29/25 a cinco minutos do fim, conseguimos chegar aos 29/28 e ter a oportunidade, infelizmente não concretizada, para empatar nos últimos 14 segundos. Olhando para trás, teria sido este, o tal golo que teria modificado totalmente a nossa história.Sem muito tempo para respirar, 36 horas depois voltamos a entrar em campo, agora com os também nórdicos Dinamarqueses, atuais bicampeões mundiais e campeões olímpicos. E, para quem gosta do jogo rápido e com muitos golos, não poderia ter melhor, pois o ritmo foi alucinante, chegando-se ao intervalo com um 20/19 favorável aos campeões do mundo. De facto, depois de já estarem apurados, julgava eu que estes iriam gerir, “poupando” alguns dos jogares-chave com mais minutos, mas enganei-me redondamente! Na segunda parte a qualidade Dinamarquesa esteve ainda mais patente e também um pior acerto luso, fez com que com naturalidade se chegasse à vitória destes por 34/28.Neste contexto, uma vitória frente ao anfitrião Japão, que somava derrotas nos jogos disputados, colocar-nos-ia na segunda fase. Mas se isso era verdade para nós, a conjugação de resultados também poderia ser verdade para os japoneses. A primeira parte do jogo correu-nos francamente mal e, não fora a excelente exibição do Humberto Gomes, poderíamos estar ainda pior ao intervalo, onde se registava uma vantagem nipónica de 16/14. Na segunda parte melhoramos bastante e, aos doze minutos, passamos para a frente do marcador 21/20. Chegamos a ter posse de bola para alargar a diferença para três golos de vantagem, mas desperdiçamos essa oportunidade. Com o voltar de algumas falhas técnicas lusas, o Japão esteve sempre a pressionar e nos momentos finais acabou por decidir melhor, acredito que fruto da menor pressão, vencendo o jogo por 31/30 e pondo um ponto final no sonho olímpico do Andebol Português.Com as minhas vivências no desporto, e já são algumas, só posso dizer OBRIGADO a quem tão bem nos representa nos Jogos Olímpicos, tal e qual como em outra grande competição desportiva internacional qualquer. OBRIGADO por me fazerem chorar de tristeza, mas também muitas mais vezes de alegria a comemorar os vossos feitos.OBRIGADO a todos os medalhados, e já são 3 – Jorge Fonseca (Judo), Patrícia Mamona (Atletismo – triplo salto) e Fernando Pimenta (Canoagem), a todos os “diplomados”, mas também a todos os que “caíram” à primeira ou à segunda. Mas esses, por favor, não peçam desculpa. Se a vossa consciência vos diz que tudo fizeram para ser diferente, quem tem que pedir desculpa é o país. Sim, o país. Por não vos proporcionar melhores condições, para que essas possam estar ao nível do vosso esforço, da vossa superação, da vossa dedicação, do vosso profissionalismo, mesmo que na maioria das vezes, vocês sejam amadores, de facto.Já agora, desculpa deveria ter que pedir o jornalista Marco Vaza, que no jornal Público fez o seguinte título acerca da prestação da lançadora portuguesa, Liliana Cá – “Sem recorde e sem medalha”! Ela foi só a 5ª melhor do mundo, mas este senhor entendeu que a maior nota de destaque seria que ela não conseguiu bater o recorde nacional, nem conquistar uma medalha! Seria difícil fazer um título pela positiva? OBRIGADO, sem limites, aos “meus” do ANDEBOL, que me fazem sempre sentir um deles! E sou. Um ORGULHOSO APAIXONADO pelo ANDEBOL e pelo desporto português, e nunca, mas nunca um mal-agradecido, como os “reis das redes sociais”, que criticam tudo e todos, mas nunca fizeram nada de nada.O Andebol português continuará representado em Tóquio, pois a dupla de árbitros madeirense Ricardo Fonseca, Duarte Santos seguirá o seu percurso nos Jogos Olímpicos. Agora, felizes daquelas que amam de facto o Andebol Português, porque esses sabem que daqui a 163 dias os nossos HERÓIS DO MAR, voltam a uma grande competição. Aí, no dia 14 de janeiro, às 19:30 horas, em Budapeste reencontramos um velho conhecido, a Islândia. Será um início de um novo sonho. OBRIGADO HERÓIS DO MAR, do ANDEBOL e de todas as outras modalidades que me fazem dormir bem menos do que o normal, num período que seria já, normalmente de férias!

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Comunicado Oficial nº 3 da FAP – Época 21/22
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O Programa Estratégico do Desporto Escolar para o próximo quadriéno já pode ser consultado. Fruto dum trabalho intensivo de avaliação das atividades desenvolvidas nos últimos anos, auscultação e discussão com vários stakeholders foi possível construir um documento basilar para o desenvolvimento do Desporto Escolar até 2025.O presente documento apresenta diretrizes para um envolvimento das comunidades na escola, tirando partido do seu espaço, dos materiais e da sua organização para contribuir para o objetivo do Governo de “colocar o país no lote das quinze nações europeias com cidadãos fisicamente mais ativos, na próxima década” (XXII Governo Constitucional, 2019).Pode ser consultado em bit.ly/PEDE_2021_2025#DesportoEscolarAtivo#FicaOn#EstamosOn#OMaiorClubeDePortugal
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Crónicas de Andebol – Por Adriano Tavares

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Projeto ACTIVE


Prevenção da violência contra crianças e jovens no desporto: nova plataforma de capacitação de acesso gratuito para profissionais e dirigentes de organizações desportivas

Já se encontra disponível, e com acesso gratuito, uma plataforma de capacitação desenvolvida no âmbito do projeto ACTIVE, cujo objetivo é combater a violência contra crianças e jovens em contextos desportivos. Esta plataforma é dirigida a clubes e outras entidades que promovem atividades desportivas e, dentro destas organizações, destina-se a dirigentes, treinadores/as e pessoas voluntárias que trabalham com crianças e jovens e que querem melhorar as suas competências e aumentar conhecimentos no domínio da prevenção da violência contra crianças e jovens no desporto. O Programa de Capacitação online apoia, também, os/as dirigentes no desenvolvimento de políticas de proteção à criança e jovem de modo a que ambientes seguros e amigos das crianças sejam promovidos.

O Programa de Capacitação estrutura-se em torno de 6 módulos:

Ø  Colocar em perspetiva a proteção das crianças/jovens no desporto e nas atividades de lazer

Ø  Identificar e combater situações de violência nas atividades desportivas e de lazer

Ø  Promover um ambiente seguro, divertido e agradável para as crianças nas atividades desportivas/de lazer

Ø  Prevenir a violência contra crianças/jovens em atividades de desporto / lazer

Ø  Desafiar as organizações para o surgimento de boas práticas no desenvolvimento de políticas de proteção na prática desportiva

Ø  Promover o desenvolvimento de políticas de proteção das crianças/jovens nas organizações de atividades desportivas e/ou lazer

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Ø  Conhecer mais sobre as formas de violência contra as crianças/jovens no desporto

Ø  Melhor identificar e prevenir o bullying contra crianças/jovens

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Ø  Implementar abordagens testadas para apoiar as crianças/jovens e garantir que a sua organização lhes ofereça um ambiente “seguro” e “acolhedor”

Ø  Fundamentar a necessidade de desenvolver práticas de proteção às crianças/jovens

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Vamos unir forças para promover um ambiente desportivo mais seguro para todas as crianças e jovens!

Se quer saber mais sobre este Programa de Capacitação por favor contacte-nos: cesis.geral@cesis.org

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Sobre o projeto ACTIVE

O ACTIVE – Strengthening Policies in Sports & Leisure Activities focused on Children – é um projeto transnacional, cofinanciado pela Comissão Europeia (DG-Justice, Rights, Equality and Citizenship Programme (REC) e tem como objetivo promover um ambiente mais seguro para crianças e jovens, através do desenvolvimento de uma ferramenta de avaliação online que permitirá às organizações desportivas e/ou de lazer identificarem e colmatarem lacunas na implementação de Políticas de Proteção à Criança e Jovem internamente. Este projeto tem vindo a ser implementado na Grécia (KMOP), em Itália (CESIE), no Chipre (CARDET), na escócia (Children 1st) e em Portugal, através do CESIS – Centro de Estudos para a Intervenção Social.

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